Com uma proposta simples, a nova rede social Pinterest desponta como promessa para 2012.

Com o passar do tempo, tornou-se cada vez mais comum o surgimento de novas mídias e redes sociais. No entanto, são poucas as que conseguem alcançar o mesmo sucesso como as carros-chefes Facebook e Twitter e se manter no topo, pois é questão de tempo até que comecem a mostrar suas falhas e a irritar o internauta. Tentando traçar seu caminho rumo ao sucesso destas duas está a “novata” Pinterest. Lançada em março de 2010, esta rede social tem como objetivo principal aproximar usuários com o mesmo gosto através de murais online temáticos. O nome vem da junção “pin” (alfinete) e “interest”  (interesse). No mural, é possível o internauta copiar imagens e vídeos que vir pela internet ou até mesmo carregá-los de seu próprio computador. Para ao mais “antenados”, também há o aplicativo iPhone, com o qual você pode copiar fotos clicadas com o smartphone direto para a rede social. Após criar o mural, que lembra bastante aquele de cortiça que todos têm no quarto, só que online, o usuário ainda pode inserir categorias (como moda, fotografia, arte e música, entre outras) para facilitar que seu conteúdo seja achado no Pinterest. Quando o internauta se depara com um mural que o interessa, ele pode segui-lo, no estilo Twitter, podendo também optar por apenas uma categoria ao invés de toda a coleção de imagens.

 

Como participar

Para se tornar membro da Pinterest, é muito simples. Basta acessar o site oficial da rede social (http://pinterest.com/) e pedir um convite, que leva uns dois dias para chegar. Quando este for aceito, é só acessar a pinterest através do seu Facebook ou Twitter.

 Sucesso

Segundo a comScore, mesmo com apenas dois anos de lançamento, a rede social já é a 8ᵃ mais popular do Estados Unidos, com quase cinco milhões de usuários. A Pinterest é, ainda a 3ᵃ em tempo gasto, atrás apenas do Facebook e do Tumblr.    

Texto: Gabriel Machado.
Jornal Diário do Amazonas
Data:26/02/2012
Caderno: Plus

Por falar a verdade jornalista foi agredido, julgado e condenado

Ele é jornalista há 46 anos, natural de Belém-PA. Considerado referência nacional e internacional quando o assunto é Amazônia dos anos 70 para cá. Em sua carreira passou pelas principais redações do país, como, Realidade, Correio da Manhã,  no O Estado de S.Paulo foi principal o repórter da região e coordenador geral da cobertura dos correspondentes da Amazônia. Nesse período teve vida acadêmica e deu cursos sobre a Amazônia em universidades dos Estados Unidos e da Europa. Em 1988 deixou a grande imprensa para dedicar-se ao Jornal Pessoal, newsletter quinzenal, que não aceita anunciantes, nele, Lúcio Flávio escreve sozinho há 20 anos.
Um experiente jornalista, abandona as redações e cria um jornal com total liberdade de expressão, livre de publicidades e influência do governo, limitado apenas pela a capacidade de se informar e de transmitir informações do seu solitário redator. O resultado são importantes prêmios do jornalismo brasileiro e do exterior, além de e 33 processos que tentam calar Lúcio Flávio Pinto.
Jornal Pessoal desespera os poderosos da região.  Prova disso, é o fato que segue, que é de revoltar todo cidadão brasileiro.
Há 17 anos, os representantes paraenses da corja comandada pela família Marinho perseguem-no de forma implacável. Ronaldo Maiorana, dono (junto com seu irmão, Romulo Maiorana Jr.) do Grupo Liberal, afiliado à Rede Globo de Televisão, emboscou Lúcio por trás, num restaurante, e espancou-o com a ajuda de dois capangas da Polícia Militar, contratados nas suas horas vagas e depois promovidos na corporação. O espancamento, crime de covardia inominável, só rendeu a Maiorana a condenação a doar algumas cestas básicas.
Alguns meses depois da agressão, Lúcio foi convidado pelo jornalista Maurizio Chierici a escrever um artigo para um livro a ser publicado na Itália. O texto jornalístico, relatava as origens do grupo Liberal. Em determinado momento, dentro de um contexto bem mais amplo, ele fez referência às atividades de Maiorana pai no contrabando, prática bem comum, aliás, na Região Norte na época. Como se pode depreender da leitura do artigo, nada ali tinha cunho calunioso, posto que – uma vez processado -, Lúcio anexou aos autos toda a documentação que provava a veracidade do que afirmava. O que ele oferece em seus textos, entre muitas outras coisas, é a documentação, história e raízes daquilo que é sabido até mesmo pelos mosquitos do mercado Ver-o-Peso: que n’O Liberal só se publica aquilo que é de interesse da corja dos Marinho.
Mas eis que chega do Pará a estranha notícia de que o juiz Raimundo das Chagas, titular da 4ª vara cível de Belém, condenou Lúcio a pagar a soma de 30 mil reais aos irmãos Maiorana – representantes paraenses, lembrem-se, da organização comandada pelos Marinho. Lúcio também foi condenado a pagar as custas processuais e os honorários advocatícios. A pérola de justificativa do juiz fala do “bom lucro” de um jornal artesanal, de tiragem de 2 mil exemplares por quinzena. Ainda por cima, o juiz proíbe Lúcio de usar “qualquer expressão agressiva, injuriosa, difamatória e caluniosa contra a memória do extinto pai dos requerentes e contra a pessoa destes”, o que constitui, segundo entendo, extrapolação característica de censura prévia contrária à Constituição Federal. O juiz fundamenta sua decisão dizendo que Lúcio havia “se envolvido em grave desentendimento” com eles. É a velha praga do eufemismo: um espancamento pelas costas se transforma em “desentendimento”.
Depois de ter sofrido todo tipo de violência, inclusive a agressão física, sei o que me espera. Mas não desistirei de fazer aquilo que me compete: jornalismo. Algo que os poderes, sobretudo o judiciário do Pará, querem ver extinto, se não puder ser domesticado conforme os interesses dos donos da voz pública.’ Diz Lúcio Flávio (foto) em resposta a sua condenação.
O sindicado dos jornalistas do estado do Pará posicionou-se a favor de Lúcio Flávio, em nota ao DIÁRIO o sindicato repudia “veementemente qualquer forma de cerceamento de liberdade de expressão e, sobretudo, de liberdade de imprensa”.
Conheça o Jornal Pessoal
Cynthia Blink

OBRA REVISITA LIVRO DE BENJAMIN SANCHES

Contista é objeto de análise da autora Nícia Petreceli Zucolo em “Contos de Sagração”

Intitulada “O outro e outros contos”, a única coletânea em prosa do escritor Benjamin Sanches (1915-1978) é alvo de estudo no livro “Contos de Sagração: Benjamin Sanches e a experimentação estético-formal”, da autora Nícia Petreceli Zucolo.

“A obra foi lançada em 1963, mas o que me chamou a atenção são alguns elementos presentes nos textos que remetem a inovações formais”, afirmou ela, ressaltando que Sanches mesclava prosa e poesia moderna.

“Ele se utilizava dessas inovações relacionando conteúdo e forma, mas não era de maneira gratuita”, complementou.

Ao mencionar que ele também propunha uma filosofia existencial presente nos contos, Nícia deus exemplos da nova postura trazida pelo escritor. “Ao abrir o livro, logo se percebe que é um autor diferente. A disposição formal do texto, a ausência de maiúsculas e o alinhamento à direita, como se fosse o contrário, evidenciam isso”, argumentou.

Outro ponto citado por ela é a presença de poemas entre contos. “São todos de natureza concretista, relacionados à renovação de um estilo. É algo que faz diferença até os dias atuais”, prosseguiu.

Autora e obra

Mestre pelo programa Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Nícia é professora de Literatura. A dissertação de mestrado é justamente a obra “Contos de Sagração”, cujo lançamento está marcado para o dia 29 de fevereiro.


Fonte: Jornal Diário do Amazonas

Texto: Lennon Jorge
Caderno: Plus, página 22.
Data: 15/02/2012

Notícias aos candidatos do Sisu sobre a matrícula na Universidade Federal do Amazonas

Nos dias 14 e 15 de fevereiro, a Ufam realiza a matrícula institucional dos candidatos selecionados na 1° chamada da lista de espera do SISU 1°/2012.

 De acordo com a pró-reitora de Ensino de Graduação (PROEG), professora Rosana Cristina Parente, a lista de espera visa a preencher 655 vagas remanescentes da 2° chamada do Sistema de Seleção Unificada (SISU). “Essa primeira lista contempla três vezes o número de candidatos a serem convocados em relação ao número de vagas ainda disponíveis, assim, esperamos que até o primeiro dia de aula todas as vagas tenham sido preenchidas. A lista de espera para os cursos das unidades acadêmicas do interior será publicada no dia 10 de fevereiro”, disse a pró-reitora

Os candidatos classificados devem, no período de 8 a 13 de fevereiro, preencher o Cadastro Estudantil, disponível no Portal do Calouro. E nos dias 14 e 15 de fevereiro, realizar a matrícula institucional, no local e horário conforme especificado no edital.

 

SISU em números

A Ufam está oferecendo em 2012 2.603 vagas para os 1° e 2° semestres letivos. As vagas serão distribuídas em 111 cursos, sendo 1.853 para o campus da capital e 750 distribuídas nas sedes dos campi das unidades acadêmicas localizadas nos municípios de Benjamin Constant, Coari, Itacoatiara, Humaitá e Parintins.

Nas 1° e 2° chamadas foram realizadas mais de mil matrículas institucionais no SISU/2012.

O curso de Administração é o que contempla mais selecionados nessa 1° lista de espera, cerca de 100 candidatos. Seguido dos cursos de Engenharia Química e Geologia, respectivamente, com 51 selecionados.

 

Informações por meio do contato: (92) 3305 – 1481 ou no site www.ufam.edu.br

Um olhar sobre a cultura no meio digital

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Em meio a um mundo envolto de tecnologias, mídias digitais e internet, a comunicação atinge um número maior de pessoas, ao mesmo tempo em que é específico o público, alcança uma geração que convive e está familiarizada com tais meios de interação.

Além dos existentes sites e blogs, as redes sociais (Twitter, Facebook, YouTube) se ampliaram, diversificaram e estão se desenvolvendo cada vez mais criando, assim, um espaço de relacionamentos virtuais, onde as notícias tem rapidez e abrangência. O uso dessas redes sociais para a valorização da cultura torna-se crucial, uma vez que podemos compartilhar ideologias, crenças e costumes.

Se podemos perceber e conhecer a cultura fisicamente há tempos por pessoas, materiais que resistiram ao passar dos anos para poder contar sobre nossas origens, podemos também distribuir por meio da tecnologia utilizada pela geração da qual participamos.

Portanto, é necessário que haja uma adaptação aos novos padrões de disseminação das informações e fazê-la por meio das novas mídias que estão em evidência transforma-se em parte da própria cultura, onde as notícias, independente de sua importância, são totalmente efêmeras e somente ficarão marcadas se o emissor fizer uso de padrões, criatividade e inovação. Basta, então, ser diferente e fazer a diferença na propagação da cultura dos povos.

Geizyara Brandão